Gordura no fígado é um problema!

fígado

O fígado desempenha várias funções. Entre elas, participar no processo digestivo e eliminar toxinas. O fígado pode sofrer problemas por anos sem apresentar nenhum sintoma. Males como a asteatose hepática, ou popularmente conhecida como gordura no fígado. Ao ficar mais gordinho o fígado pode desenvolver uma cirrose hepática, mesmo se você não ingere bebidas alcoólicas. O periódico Nutrientes publicou que a perda de 7% do peso já promove a redução de gordura no fígado.

Um cardápio equilibrado e atividades físicas são sempre a chave do sucesso para ficar bem. O equilíbrio vai sempre ser o herói na história.

A Dieta do Mediterrâneo, aparece aqui, como uma ótima solução para quem quer ter mais saúde e mandar a gordura do fígado para longe, a dieta que é milenar aparece no estudo, como uma solução maravilhosa para quem quer ter uma alimentação mais saudável.

Outra dieta recomendada para combater a gordura no fígado, segundo o estudo é a Dieta Dash que traduzindo do inglês é a dieta para combater a hipertensão, que já se mostrou eficiente no controle de peso e no índice de glicose no sangue.

Ainda que os dois modelos de dietas sejam estrangeiras, não precisa procurar alimentos estrangeiros, basta adequar a nossa variedade e realidade brasileira.

No mundo afora tem sido estudada a importância do elo entre a saúde do fígado e a microbiota intestinal. Algumas pesquisas afirmam que a asteatose hepática, diabetes tipo 2 e a obesidade tem associação com o desequilíbrio de certas bactérias intestinais, quadros conhecido como dibiose.

A indicação de nutricionista Camila Guazzelli Marques é que se prefiram os alimentos in natura e minimizem os processados, o ideal seria retirar totalmente a carne vermelha de sua alimentação. Isso promove a ação da insulina e melhoras no organismo como um todo.

Veja os componentes da dieta e sua relação com a gordura no fígado:

Probióticos: fibras que alimentam e fortalecem as bactérias do bem. Responsáveis também pela ação anti-inflamatória. Podem ser encontrados no alho, aspargo, cebola e chicória.

Proteínas: todas de origem vegetal devem ser engrandecidas como as leguminosas como lentilhas, grão-de-bico, feijões de vários tipos, cereais e pseudo cereais como arroz, milho. Caso você não consiga se livrar do amigo bife que seja de carnes magras como o filet mignon e incluir pescados na alimentação também ajuda.

[obi_random_banners screen=”single”]

Carboidratos: é recomendado o uso dos carboidratos complexos que vão demorar para se transforma em glicose como tubérculos, frutas, cereais, grãos, raízes, massas e pão integral.

A gordura certa: deve-se evitar a todo custo as gorduras trans. As que são saturadas devem ser usadas com cuidado como carnes e lácteos. As monoinsaturadas, presentes no azeite, gergelim e amendoim equilibram o colesterol. No grupo das poli-insaturadas encontramos o Ômega 3 encontrados nos pescados de águas profundas. Nos vegetais encontramos na chia e na linhaça.

Um grupo de cientistas tendem a querer mudar a nomenclatura da asteatose hepática para doença hepática gordurosa, associada à disfunção metabólica. Eles acabam de publicar um relatório no periódico científico Journal Hepatology.

Você pode gostar...